Desde 1961, ambiente castiço e caloroso, ideal para jantar e escutar fado numa atmosfera típica, onde se dá a provar os melhores sabores da nossa terra, mas também, nos roteiros diurnos de grupos por Lisboa, constitui local ideal para almoçar e retemperar forças.

Além da sala principal, que acomoda até 130 Pessoas, oferece ainda uma área privada, a Sala da Forja, apropriada para grupos fechados (até 40 Pessoas) e eventos diversos.

Ao chegar e transpor o portão de ferro forjado fica a dois passos da mesa posta num restaurante muito original, daqueles, à antiga Portuguesa!

Por estar localizado num dos bairros mais característicos de Lisboa, Alcântara, próximo da zona ribeirinha, aqui chegam as aragens do Tejo. A sombra fresca da videira, o antigo bebedouro dos cavalos de atrelagem, as paredes caiadas de branco, dois braços à sua espera, a promessa de uma noite bem passada.

O espaço ostenta uma singeleza própria do gosto popular, a irregularidade das paredes, os objectos decorativos, os recantos e o desnível no piso da sala principal conferem-lhe uma curiosidade de linhas que faz o olhar mudar constantemente de direcção.

A janela, ao centro, aberta ao exterior, cria uma ligação nostálgica com as luzes nocturnas.

Ao vivo, fado castiço interpretado com garra bairrista, cantares regionais e danças folclóricas (espectáculo decorre entre as 21h00 e as 22h00), graciosas, estonteantes, contagiantes, e o que mais se espera, comer e beber do bom e melhor.

Português que se preze, foi uma vez na vida aos fados no Timpanas.

Visita Virtual do Timpanas

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Corria o ano de 1961 quando, subitamente, vagou o n.º 22-24 da Rua Gilberto Rola, onde funcionava uma oficina de marcenaria.

Essa circunstância, juntamente com a vontade da Família Forjaz, fundadora, querer festejar o aniversário de Mercês da Cunha Rego, fadista que alcançou êxito com um dos temas clássicos mais apreciados à época, “Cavalo Russo”, de Paulo Vilar e Frederico Valério, determinou a abertura desta nova casa de fados em Lisboa.

Por alusão à actividade que previamente ali existia chamaram-lhe “Colher de Pau”, mas logo alguém lançou a feliz sugestão de o mudar para Timpanas.

O nome teve inspiração directa no fonofilme de Leitão de Barros, no qual o actor Silvestre Alegrim interpreta um boleeiro, “Rei das Traquitanas”, que, assobiante, de chapéu revolucionário à patuleia e pilecas atreladas à tipoia percorre as capelinhas dos bairros transportando boémios.